E agora largue tudo e vá se tocar.
Vai pensando em mim.
Por alguns minutos tua mão é a minha, a te acariciar.
A percorrer cada caminho do teu corpo úmido
de suor, banho, tesão, o que for . . .
Tudo se mistura ao sabor que se desprende de ti
agora que eu não estou aí para sorvê-lo e me deliciar.
Meu alimento.
Mas estou aí contigo. Novamente ter teu corpo.
Passeando pela tua pele, no arrepio dos teus poros que
insistem em querer saltar pra longe.
No arrepio que vem da minha barba por fazer
enquanto beijo cada milímetro.
E depois, já encharcada você se acopla ao pedestal que te
espera,
pra te preencher em G, H, Y, Delta, Vênus, Yona . . .
O cabelo caído pelas costas nuas é meu deleite, minha visão
favorita.
Tanto quanto quando me cega pois que senta em meu rosto.
Sou o escravo que sorve a última gota do líquido oferecido
pela sua ama. Pela sua dona.
Que me domina, me desarma.
Como retribuição, só posso te dar o que vem de mim.
Até a última gota.

Adorei o blog! Texto excitante.
ResponderExcluirBeijos em você.
Uau... mistura de prazer e sedução! adorei
ResponderExcluirHumm! Excitante texto! Parabéns!
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